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Octo × ET-EDGV Pedir um diagnóstico

Octo para bases vetoriais na ET-EDGV 3.0

A base entra no modelo por script. O que cada feição é, quem diz é você.

Uma base ET-EDGV 3.0 é um banco PostGIS com um esquema de classes e outro de domínios. Criar esse banco, carregar uma base antiga, recortar a BC250 do IBGE e marcar pontas soltas e vazios entre polígonos roda por psql, ogr2ogr e qgis_process. O Octo monta e confere esses lotes. A tradução de cada feição, a aceitação de cada correção e a homologação do dado ficam com o cartógrafo responsável.

Três camadas de uma base legada de CAD, com rios, lagoa e quadras, passam pelo Octo e chegam a um banco com os esquemas edgv e dominios; ao lado, um recorte de mapa da drenagem com uma ponta solta e um vazio marcados para revisão BASE LEGADA · CAD / SHP QUADRAS HIDRO_LAGO HIDRO_RIO TIPO=RIO · CORREGO · GALERIA REGIME=P · I · (vazio) POSTGIS edgv. hid_trecho_drenagem_l hid_massa_dagua_a lml_municipio_a dominios. regime (0..5) auxiliar (0, 1, 2) 9999 A SER PREENCHIDO FK MATCH FULL VALIDAÇÃO MARCAS → REVISOR ogr2ogr -f PostgreSQL PG:"service=edgv_trab" ... OCTO × EDGV 3.0 BASES VETORIAIS C-03
Ilustração: base legada entrando no modelo ET-EDGV 3.0; dados fictícios.
ET-EDGV3.0CONCAR, dezembro de 2017
Categorias na norma1914 de pequenas e 5 de grandes escalas
BC250 versão 202571camadas; 45 alteradas
Fontes14listadas no fim da página
01

O que o Octo faz com bases ET-EDGV.

Seis entregas possíveis, tiradas do levantamento. Todas rodam numa base de trabalho, com leitura na base oficial, e todas vão para revisão de quem responde tecnicamente pelo dado.

Banco no modelo, num commit fixo

Cria o banco PostGIS a partir do SQL que o DSG Tools publica para a ET-EDGV 3.0, troca o marcador de SRID, confere o número de classes e domínios e aplica numa transação só.

Entrega: banco de trabalho e hash do modelo usado

De-para revisável

Inventaria a base legada, conta os valores de cada campo e propõe a tabela que leva camada e código de origem para classe e domínio EDGV, com status para o cartógrafo.

Entrega: CSV de-para com contagens reais

Carga com conferência

Importa para um esquema de passagem com ogr2ogr e carrega as classes por SQL: 9999 onde a origem não diz, geometria tornada válida e contagem de entrada contra saída.

Entrega: carga em ensaio e relatório de pendências

Validação topológica em lote

Geometria inválida, cobertura de polígonos, vazios, pontas soltas, cruzamento sem nó e atributos pendentes, por SQL no PostGIS e por algoritmos do DSG Tools no qgis_process.

Entrega: camada de marcas para o revisor

BC250 recortada e medida

Baixa a BC250 2025 com hash, recorta pela área do projeto e mede extensão na Policônica e área na Albers, com os parâmetros que a documentação do IBGE indica.

Entrega: recorte em GPKG e medidas registradas

Perguntas ao modelo

Responde "essa coluna existe?", "qual código é seco?" e "que classes a BC250 não traz?" lendo o SQL do modelo e a documentação, sem abrir o QGIS.

Entrega: resposta com arquivo e linha de origem
02

Oito braços, uma base no modelo.

O mesmo ciclo do Octo, aplicado a bases ET-EDGV. Cada braço tem um papel estreito; quem traduz a feição, aceita a correção e homologa o dado são pessoas.

  1. Descoberta

    Acha as bases e as versões

    Onde moram CAD, shapefile, geodatabase e PostGIS; qual versão da EDGV cada uma segue; se há banco do DSG Tools e de qual modelo.

  2. Dados

    Lê o modelo de verdade

    Classes, colunas e domínios tirados do SQL do modelo; de-para com contagens reais; SRID e escala do produto fixados antes da carga.

  3. Segurança

    Cuida do acesso e do dado

    Conexão por serviço do PostgreSQL, sem senha em script; leitura na base oficial. Cadastro com dado pessoal é avaliado com o cliente (LGPD) antes de sair do ambiente.

  4. Arquitetura

    Escolhe o caminho

    SQL no PostGIS ou algoritmo do DSG Tools para cada regra; carga direta ou esquema de passagem; GeoPackage ou dump para a BC250.

  5. Desenvolvimento

    Escreve o lote

    Scripts com ensaio, simulação, transação e conferência de contagem, com a fonte de cada sintaxe anotada no arquivo.

  6. Revisão

    Confere pelo número e pelo mapa

    Entrada igual a carregadas mais descartadas mais sem geometria; quilômetros antes e depois; um recorte que a equipe conhece aberto no QGIS.

  7. Publicação

    Aplica na base de trabalho

    Só com o seu ok, faz o COMMIT na base de trabalho. A passagem para a base oficial é feita por uma pessoa.

  8. Documentação

    Registra o que vale no seu projeto

    Commit do modelo, de-para aprovado, tolerâncias, contagens e pendências de cada lote. O de-para de uma prefeitura não é tomado como pronto para outra.

O Octo trabalha com acesso de leitura e como apoio. Não edita a base oficial, não homologa dado e não assina produto cartográfico: isso cabe a profissionais habilitados, com ART.

03

Cada tarefa, o seu caminho.

O critério que o Octo usa para escolher, com ferramentas abertas e as bases públicas do IBGE.

TarefaCaminhoObservação
Criar banco ET-EDGV 3.0SQL do DSG Tools com [epsg] e # trocados, psql --single-transactionFixar o commit do modelo
Saber se uma coluna existegrep no SQL ou no repositório de modelagensSem abrir o QGIS
Inventariar base legadaogrinfo -ro -so -alContagem e campos por camada
Importar para o PostGISogr2ogr -lco SCHEMA=staging -lco GEOMETRY_NAME=geom -nlt PROMOTE_TO_MULTI -makevalidNunca direto no esquema edgv
Traduzir para as classesSQL com tabela de-paraDe-para aprovado pelo cartógrafo
Validar geometria e coberturaST_IsValidDetail, ST_CoverageInvalidEdgesGrava marcas, não corrige
Validar com regras da DSGqgis_process run dsgtools:<algoritmo>Saída em GPKG e JSON
Corrigir coberturaST_CoverageClean numa cópiaPostGIS 3.6 e GEOS 3.14; só após aprovação
Usar a BC250 2025GeoPackage oficial, sha256sum, ogr2ogr -spat -clipsrcEscala 1:250.000; limites sem valor oficial
Medir área e extensãoAlbers para área, Policônica para extensãoParâmetros da documentação do IBGE
04

Da consulta ao modelo à base mantida em lote.

Três degraus. Cada um só faz sentido depois que o anterior mostrou resultado na sua equipe de cartografia.

Proposta, não promessa

1 Hoje

Perguntas e inventário

O Octo lê o modelo e as suas bases e responde o que existe, em que versão e o que falta, sem mexer em nada.

  • Classes e domínios tirados do SQL do modelo
  • Inventário das camadas legadas com contagens
  • Recorte da BC250 para a área do projeto
Ganho: decisão com números, não com memória
2 Próximo

Conversão com de-para

Bases legadas entram no modelo por carga em ensaio, com relatório de pendências e conferência de contagem.

  • De-para aprovado pelo cartógrafo
  • Carga em transação, 9999 visível
  • Comparação com a BC250 por faixa de tolerância
Ganho: a equipe revisa um relatório, não a base inteira
3 Depois

Validação contínua

Cada lote de edição passa pela mesma bateria de regras antes de chegar ao revisor, com o resumo lido pelo Octo.

  • SQL e DSG Tools na mesma rodada
  • Marcas por regra, classe e editor
  • Registro de tolerâncias e de cada decisão
Ganho: erro de topologia achado no dia, não na entrega
05

Confirmado em fonte.

Cada ponto abaixo tem fonte publicada pelo órgão responsável (Planalto, IBGE, Exército, CONCAR), pelo projeto ou pela organização do padrão. As fontes estão na seção seguinte.

4

pontos com fonte publicada, cada um com a referência indicada ao lado.

ConfirmadoEscopo da ET-EDGV 3.0
Padroniza as estruturas de dados vetoriais oficiais de referência para escalas de 1:1.000 e menores, em 19 categorias: 14 do mapeamento em pequenas escalas (1:25.000 e menores) e 5 do de grandes escalas. Dado de produtor fora dos órgãos federais do SCN só entra na INDE como oficial se homologado por autoridade com competência técnica.Fonte: ET-EDGV 3.0, CONCAR, dezembro de 2017 (PDF da INDE)
ConfirmadoBC250 versão 2025
Sétima versão, no modelo da ET-EDGV 3.0, com 13 das 16 categorias previstas para 1:250.000; 71 camadas, 45 alteradas; tolerância de 125 m nas validações; limites sem validade oficial. Arquivos de 03/03/2026 em GeoPackage (824 MB), dump PostgreSQL e shapefile.Fonte: documentação técnica da BC250 2025 e pasta versao2025 (geoftp.ibge.gov.br)
ConfirmadoO modelo dentro do PostGIS
No SQL do DSG Tools para a EDGV 3.0: esquemas edgv e dominios, 292 e 146 tabelas, domínios por chave estrangeira com o código 9999 "A SER PREENCHIDO", comandos separados por # e SRID como marcador [epsg].Fonte: github.com/dsgoficial/DsgTools, commit a9413f6
ConfirmadoFunções de cobertura no PostGIS
ST_CoverageInvalidEdges existe desde o PostGIS 3.4.0; ST_CoverageClean, desde o 3.6.0, exige GEOS 3.14 e oferece quatro estratégias para sobreposições, com o vizinho de maior divisa como padrão.Fonte: postgis.net/docs
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O que o Octo faz e o que fica com vocês.

O Octo prepara tudo, mas não assina. O documento que vale continua com quem responde por ele.

O Octo prepara

Levanta, calcula, organiza e gera os documentos: planilhas, relatórios, folhas, mapas e minutas.

Entrega: material pronto para conferir

A sua equipe confere

O profissional habilitado confere o que o Octo entregou antes de assinar. Se algo não fecha, volta para o Octo com a correção.

Etapa: conferência por quem assina

Quem assina

O Octo não assina. Projeto, laudo, ART/RRT, prestação de contas e qualquer documento oficial continuam assinados pelo profissional habilitado da empresa ou do órgão: aqui, o engenheiro cartógrafo ou outro profissional habilitado, com ART; dado oficial na INDE só depois de homologado pela autoridade competente.

Assinatura: profissional habilitado, com ART
07

Fontes.

Normas, bases e documentação usadas no levantamento, consultadas em 31/10/2026.

Sua base no modelo, com cada pendência à vista.

O diagnóstico começa por uma camada que a sua equipe já mantém, sem mexer na base oficial. Você recebe o inventário, um de-para proposto e uma rodada de validação em ensaio, e decide com isso na mão.